A pressão

Hoje mal chegámos ao café fomos brindados pelo Senhor com um assustadoramente sorridente “Sabem que eu vou ter uma barraquinha na Viagem Medieval, não sabem?”

Pronto, agora lá temos de passar lá e fazer o sacrifício de comer daqueles bolos e tartes maravilhosos. E eu que não gosto nada de me sentir assim pressionada, pá. [Pec, Pec, toca a comprar as pulseiras esta semana, ou o mais tardar na próxima; andas a falhar.]

Fins de tarde divertidos

Passar a tarde a trabalhar não é melhor que estar na praia, mas tem de ser. Saímos ao fim da tarde para desanuviar – eu dos números, ele dos códigos – e jantar fora.

Chegamos ao restaurante de sushi mais próximo: fechado. Não há problema: não andávamos para experimentar uma pizza naquele ali ao fundo? Chegamos lá: fechado.

Mau. Quem nos manda a nós querer aproveitar para sair para petiscar a uma segunda?

Última tentativa: que tal um cachorro molhado?

Sucesso! [E ainda bem. A este ponto já estava mas era pronta para ir jantar fora cá dentro.]

Fim de semana

Ainda estou a ressacar do meu fim de semana “conto de fadas”. Estive com os meus pais e com todos os meus amigos da minha terra.natal e soube-me a pouco.

Até me deu forças para enfrentar a próxima semana, que promete ser dureza. Venha ela!

Sábado que parece domingo

Captura de ecrã 2015-06-27, às 14.35.52Do meu Instagram: @iampecola – já me seguem?

Como eu gosto de poder acordar um pouco mais tarde e aproveitar o fim da manhã no café. Hoje até tive direito a entrecosto e salada russa ao almoço para combater a temperatura – mentira, foi mais a sucumbir à gulodice. E agora segue-se uma tarde esticada no sofá atolada de muito trabalho [férias nunca são férias] e mais tarde ou mais cedo uma soneca de meia hora, que também tenho direito a isso.

 

Orelhas [e não falo do Benfica]

Ontem levei nas orelhas forte e feio de um dos meus melhores amigos. Com razão – assim como têm razão todos os meus amigos que me dão nas orelhas exatamente pelo mesmo motivo. Também por isso é que gosto tanto deles: porque independentemente dos “sim, mas”, têm razão.

Hoje fiquei com as orelhas vermelhas de tanto ouvir propaganda educacional. Não deixa de ser irónico, num dos poucos dias de “férias” que tive até agora. Sorte a minha poder envolver-me na conversa com conhecimento de causa, e virar o bico ao prego à propaganda, mostrando as valências do “meu” modelo. Este parágrafo está tão pouco transparente quanto a conversa foi: porque sei que tenho razão.