Shh… Não ouviram isto de mim.

Mas a mesma que continua a ir comer à sogra refeição sim, refeição também, gastou 900 euros numa Bimboca. Encostada, claro. De como comprar uma cana de pesca topo de gama não é o mesmo que amanhar o peixe. Ou de como só conheço gente weird.

Para quem me segue no Twitter: mas os meus rissóis e croquetes foram bastante apreciados hoje à noite. Yeay, palminhas para mim.

Lendo “King Solomon’s Mines” I - H. Rider Haggard Ou do uma no cravo outra na ferradura

Narração. Razão quarta.

Because I am going to tell the strangest story that I remember. It may seem a queer thing to say, especially considering that there is no woman in it - except Foulata. Stop though! There is Gagaoola, if she was a woman and not a fiend. But she was a hundred at least, and therefore not marriageable, so I don’t count her. At any rate, I can safely say that there is not a petticoat in the whole history.

p. 10

Rei morto, rei

Foi difícil, até pelas condicionantes profissionais, mas dou por terminada a leitura do Congo. Livro fraquinho História novelo Livro desilude Pec. Do todo científico - pela primeira vez, verdadeiramente entediante, este - fica a questão mítica. A cidade perdida de Zinj - mesmo a pedir o King Solomon’s Mines, no Ribatejo, quem diria que a espera compensa? Siga.

Adenda: Afinal o King Solomon’s Mines estava no escritório. Da Wordsworth Classics, dos tempos em que trazia aos 30 da Bertrand: uma mina. Está, portanto, escolhido o próximo.

Lendo “Congo” I - Michael Crichton

People worship what they fear, (…) hoping to control it.

p291.

Talvez seja uma das mensagens mais fortes no livro, talvez seja uma das maiores lições na net. Continuando.

Mais um neste mundo.

E pronto, desde ontem o sobrinhão T. é o mais recente turista neste mundo fantástico que é a tarneta. Honra mais que merecida; afinal, o puto conseguiu a façanha de fazer o 5º ano sem qualquer nível inferior a 3 e sem ter recorrido à ajuda preciosa de um portátil do e-escolas. Isso queria ele, mas por causa dos atrasos nas entregas, em vez de uma ferramenta de auxílio ao estudo, ganhou um brinquedo com que se entreter nas férias (ainda por cima tem um factor de protecção que ronda os 50, excelente alternativa à bola.sobe.telhados, facto que muita satisfação dá aos senhores seus pais).

I know weird people.

Seriously. Vá, vá, beijinho, mister Icon.

…………….

p.s. De volta à organização dos materiais para as próximas sessões. Será que posso requisitar um escravinho na secretaria?

Sinais do Tempo

Estamos praticamente em Julho e ainda não vesti a minha personalidade de verão. Protegendo os olhos e a pele do mês de formação que ainda tenho pela frente, cá me vou entretendo a fazer uma selecção de podcasts a propósito de tópicos que vão surgindo paralelamente ao planeado.

Fim de semana (passado)

Mais parece um PECliché, mas: mais um fim de semana passado a correr.

Chegámos ao Ribatejo ao início da noite de sexta, e pouco mais fizemos que organizarmos as nossas coisas para podermos passar [mais] um sábado à maneira.

Até já nem pensávamos no assunto há muito tempo, mas proporcionou.se e depois do almoço fomos ao IKEA de Alfragide. O primeiro pensamento que nos veio à mente foi qualquer coisa como COITADINHOS DOS LISBOETAS. Minto. O primeiro foi Olha, aqui não há espanhóis! Mas, de facto, o segundo terá sido COITADINHOS DOS LISBOETAS. E o terceiro. E o quarto. Mais ao menos até à secção dos tecidos, vá. De facto, se o IKEA de Matosinhos fosse tão desorganizado, encavalitado, desinteressante, em suma, tão nhé… , acho que nunca mais lá teríamos voltado. Enquanto a norte eu julgava que pecava pela quantidade de sugestões de decoração oferecidas, a sul fiquei desiludida: meia dúzia, semelhantes algumas, outras a faltar o dedinho de alguém, e pouco mais a não ser as variedades de portas, cores, pernas possíveis. Curiosamente, e há que dar a mão à palmatória, a partir da zona dos tecidos parece que a gestão/organização é feita por um ser de um planeta completamente diferente do da primeira parte - e ainda bem. De resto, foi mais tirar mais algumas ideias para o miniT e ver as novidades que volta e meia aparecem.

Passámos o resto da tarde no Colombo. A nova Loja Apple, na FNAC, foi uma desilusão de todo o tamanho. Sinceramente, o conceito de less is more já começa a aborrecer um bocadinho. O que a malta quer é poder ver, mexer, tocar, perguntar a quem realmente perceba do assunto. E quantos mais artigos melhor.

Como estava ali mesmo à beira aproveitámos e ainda passámos pela feira do livro da Bertrand. Trouxe o Angels & Demons [xiu!] por cerca de 3 euros, um dicionário da Oxford por 5€ e o Jerusalém do Mia Couto, com 10% de desconto. Em dúvida ficou o Leite Derramado do Chico Buarque [passei os olhos pela contracapa; quero ler/ouvir outras opiniões antes, porque sim].

Entretanto a hora de ir buscar os pais ao aeroporto chegou. Mais uma vez, é só sorte com a pontualidade. E de Paris, mais uma vez, só maravilhas! E como lembrancinhas, um Chloé eau de toilette para mim, um L’Essence de Cerruti para ele. O resto da noite foi passado a contar peripécias e a mostrar fotografias LINDAS que o pai tirou com a máquina que lhe ofereci no mês passado - alta qualidade! Ou então tenho de passar a pedir ao meu pai para tirar sempre as fotografias por mim.

No domingo voltámos para o norte e passámos por casa dos sogrinhos, que também tinham acabado de chegar de férias, de Espanha. E, mais uma vez, peripécias e lembranças - adorei sobretudo a pulseira em tons de azul.

O mais giro de tudo é que eles é que foram de férias, mas nós é que começámos hoje a semana como se tivéssemos  sido nós a estar de férias. Nada como BOAS VIBRAÇÕES para começar a semana, hem?

Sai para lá Sharon Stone. Ou O cruzar de pernas mais sexy da História.

O Gordo, ontem à noite. [ver outras]

No drive.in

[há meia hora atrás]

Voz: Boa noite, o meu nome é Amélia

Pec: ihih

Ele: O que é que foi?

Pec: Opá, se me chamasse Amélia e tivesse de o dizer muitas vezes, mudava de nome…

Ele: Achas, pá? Não se pode!

Pec: Pode, pode. No Registo Civil, ou lá quê. Então não pode? Então se um João pode mudar para Joana, por que é que uma Joana não pode mudar, sei lá, para Margarida?

Ele: Achas?? O João só pode mudar de nome porque mudou de sexo. Tem a ver com coisas sexuais. Se a Joana mudasse o tamanho do peito, por exemplo, já podia passar a chamar.se, sei lá, Joana D.

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    O Contador Antropomórfico, Salvador Dalí (1936).

    As gavetas do inconsciente segundo as teorias de Freud. São "espécies de alegorias da psicanálise, que ilustram uma tendência para aspirarmos o odor narcísico de cada uma das nossas gavetas".

    ESTE é o meu Contador..

    "I really believe,
    or want to believe,
    really I am nuts,
    otherwise I'll never be sane."


    - Allen Ginsberg


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