Já fui menos esquisita com Sushi e café.

Finalmente fomos almoçar àquele restaurante de sushi perto de casa. Confirma-se o meu fraco poder de observação. Iludida pelo nome, sempre julguei que era um restaurante, digamos, mais selecionado. Eu nem acredito que, afinal, e não consegui conter a desilusão, era de estilo fast food e meio chinês, meio japonês. Nada contra, e ainda por cima estava cheio a uma sexta à hora de almoço, o que há-de dizer muito, mas com esta não contava. Não era mau e o atendimento foi rápido [mais rápido que overly-friendly, o que atribuo à cultura – mas o rapazinho que falou connosco no fim foi uma simpatia]. Será mais um restaurante de recurso que de paixão.

Depois fomos ao café que se tornou na minha mais recente paixão. Qual portuguesa, estou sempre à espera de qualquer coisa que me venha a desiludir. Nadinha. Gosto do espaço, das pessoas e do café [e até dos bolos, pasme-se].

E daqui a umas horas estou pronta para a noite, que se tudo correr bem será muito branca.

Setembro já chegou

O mote para este mês é Inovar, Trabalhar e Conquistar.

Logo no primeiro dia aproveitei a última manhã realmente de férias para fugir à rotina – missão cumprida e as mãos e o espírito agradeceram. Missão “cuidar de mim” no caminho certo.

À tarde, mangas arregaçadas e primeiro dia de trabalho depois das férias, com muita sorte à mistura – estar no dia certo à hora certa pode dar destas coisas. [Às vezes, a diferença pode parecer apenas de um andar, e está todo um mundo entre nós e os outros.]

Vamos lá!

 

Difícil esquecer

A dois fomos campeões das jantaradas e das noitadas olímpicas. Houve Douro – Régua – Vila Real – Évora – Albufeira – Costa de Prata; Abençoados com Sol – calor – piscina – infinity pool – piscina de água quente – relva – areia – mar; Abençoada Dona F.; Saúde; Tivemos sushi – ceviche – peixe ao sal – 2 estrelas Michelin – café novo – feira regional.

Última semana do mês com trabalho – encomendas – mais trabalho. Alguns desejos.

Pode parecer críptico, mas tem sido demasiado bom para descrever. Tão bom.

Things that make you go “Eu é mais bolos”.

Aquele momento em que a dona do café onde costumas ir vos interpela: “Já repararam no arranjo que eu fiz? Não gostam? São cactos. Adoro cactos! Gosto de todos os cactos, mas adoro estes. E quando tiver mais cactos vou ali pôr mais. Adoro cactos! Este cacto dá flor. Este cacto também. Este não devia, está a tirar a força toda à raiz. Adoro cactos! Era para montar uma loja de flores, mas depois pensei que me sujava as unhas, por isso desisti e agora bem arrependida estou. Era dondoca, agora já não dou importância a isso. Adoro cactos!”

2016: quinta semana

Missões cumpridas:

– Finalmente tenho o meu carro de volta. A independência que ele me/nos traz…

– A impressora também está de volta, como nova [porque foi substituída].

– Depois de tanto trabalho, fotos de conjunto com sorrisos rasgados. Tornar os outros felizes faz-nos a nós mais felizes. Por vezes estou eu a pensar que é “só uma coisinha” e depois é tão mais que isso. E mais ainda.

– Experimentei mais um restaurante novo e ainda por cima gostei.

Missões por cumprir:

– À quinta semana, vale a pena voltar a referir a falta de exercício físico?

– Escrever mais aqui.

– Ir tratar de umas comprinhas para preparar a próxima semana, que promete.

À minha volta [as coisas em que mais penso / que mais me afetam]: Zika. Tirando isso, do início ao fim da semana, à custa de três episódios – chamemos-lhe da “surpresa”, do “bolo” e do “posso mas não quero” aprendi uma coisa fundamental: é preciso saber ser feliz.

O meu carro é lindo!

Já voltou: coisa mais linda. E se eu alguma vez imaginava a falta que me ia fazer…

Não que não seja divertidíssimo andar um mês dependente da companhia dele [@ dias tão bons, mas dependentes da sorte dos horários] e conduzir três dias num carro de substituição em que me aconteceu de tudo – de ficar com a bola das mudanças na mão, a enrolar o tapete por baixo de um dos pedais, ou a não conseguir destravar o carro. Mas pronto, estava mesmo a precisar de voltar à minha doce rotina.

Agora podíamos só mudar um bocadinho a cassete ao Rebenta a Bolha da Comercial [vá, uma vez tem piada] para as manhãs virem mesmo a ser melhorzinhas.