Porque tenho de lá voltar.

C'est la fin de la fin du monde, même la mer ne fait plus de vagues.
Cette nuit enfin, tout est calme.
Toutes les choses tiennent enfin debout.
Les lèvres et les mains se répondent, les mots se touchent sans heurter.
Les gens qui se passent à côté n'existent plus.
Ce soir, le monde dort, apaisé, ce soir, le monde dort, apaisé.

C'est la fin de la fin du monde, même si ça ne dure qu'une nuit.
Le monde peut écouter les bruits
Qu'il fait, sans craindre à chaque seconde
Que tout s'embrase et qu'il s'efface, qu'il disparaisse tout à coup
Depuis que ma bouche sur ton cou s'est posée
Chassant toute menace, chassant toute menace.

C'est la fin de la fin du monde, c'est la fin de la fin de nous.
Je te promets un nouveau tour même si je sens que tu me sondes
Et dans mes eaux, ni sous-marins, ni plus de torpilles dans le dos
Juste ma bouche posée sur ta main, l'apocalypse au point zéro
Comme le parcours sur ta peau, ce soir.
Ce soir, le monde est sans fin, ce soir, le monde est sans fin.
Ce soir, le monde est sans fin.

Calogero - La fin de la fin du monde

Marcando o ritmo para a semana

Mastiksoul – The whistle.

Things that make you go “Ce soir, le monde est sans fin”

Sinto um orgulho tão grande pelo que os jogadores do FCP fizeram hoje [e pelo que transmitiram antes, mas isso são outros quatro a seis meses de conversa] que ganhei energia para encarar esta segunda com boa disposição. Tudo é possível, se lutarmos.

Espera.. espera.. espera…

Pec: É às cinco ou é às seis?

Ele: … depende da hora.

Separated at birth?


Jack, de Lost


Ricardo Costa

Vícios do momento

Lost semanal. Bones. Mentalist. Numb3rs em doses reforçadas.

Ask Carla.

Depois de um dia dos namorados calmo e divertido entre plantas, flores e sementinhas, e de uma segunda de puro relax em que me armei em semeadora e tratadora das ditas, veio uma terça gigantónica.

Almoçámos Cozido em casa da sobrinha mais velha – tão bom que mal senti a diferença em relação ao da minha mãe [a não ser no arroz, como sempre, que o faz com a água na qual se cozeu a carne]. O resto do dia foi MUITO BEM passado [vocês bem que não queriam...] com o R. e com a A., que vieram passar outro dia connosco [já estamos a dever dois, *ai*] e quem disser que nos perdemos a caminho da pastelaria ESTÁ A MENTIR, ok? A Carla é que sabe.

Ainda deu para vermos/mostrarmos algumas vistas – e dois ou três buracos na estrada [ou oitocentos e nove]. E para uma sessão de window shopping para gajos e para gajas. E risos mas não revelo sobre quem. E discussões de um teor filosófico profundíssimo, como a relevância epistemológica da minha aversão por filmes como Zombieland [se bem que acho que agora quero acabar de o ver] ou Shoot ‘em Up e a metaliterariedade explícita em filmes onde as personagens se dirigem directamente para a câmara, o que resulta num mehhhhhh pessoal. E de um modo geral um mar de ocorrências várias dignas de registo, e outras que mais vale omitir, desde a menina do h3 que desligou o pc pela ficha e foi chato, à menina do h3 que não sabia se o senhor que tinha acabado de levar o seu prato tinha pago ou não e que ainda menos sabia o que fazer, passando pela menina do h3 que … [acho que já me fiz entender]. E gelados na Ice it……………………… *ai* Vá. QUANDO É A PRÓXIMA?

Entretanto, a menina teve uma quarta cheia de trabalho e papéis, quinta idém idém [picos do dia:  o descobrir que "afinal não fui eu", o "queremos antes ficar aqui consigo" como resposta ao meu "hoje podem sair mais cedo para ir buscar X"; e o "hoje está bem disposta... é por nos estarmos a portar bem e a trabalhar, não é? é para compensar a semana passada, que nos portámos mal", mas contrariamente ao que esperava, parece que esta semana me deu fôlego para mais umas quantas [preciso pelo menos para cinco, por isso vamos ver se aguento até lá].

Agora o que mais importa é que o fim de semana chegou. YEAY!!!!!!

Imprevisibilidade: Check!

Paixão: Check!

Realização pessoal: Check!

Realização profissional: Check!

A minha terça de Carnaval foi tão fixe tão fixe tão fixe…

que vou direitinha para a cama, passar pelas brasas. Sim, porque HÁ GENTE QUE TRABALHA NA QUARTA DE CARNAVAL! Bem…

Até lá (sendo que “lá” é o momento, depois da manhã e tarde pesadíssimas de trabalho, e da tarde de pesquisa profunda e organização demorada de material para o trabalho de quinta, em que hei.de lá arranjar um tempito para falar sobre a minha rica terça), não se esqueçam da terceira regra: cintos de segurança! (se bem que também é verdade que a segunda, cuidado com as casas de banho!, se aplicaria melhor)

Temos homenzinho*

Ora bem… Nem sei muito bem qual a melhor forma de descrever aquilo a que assistimos hoje à tarde. Talvez… ou então… não, julgo que… bom, o melhor é dizer de uma vez.

O Cooper levantou as patas da frente, apoiou.as na parede, e fez, assim mesmo, para a parede.

* Por uns momentos até me fez recordar as noites de Serenata em Coimbra.

Na terra.

Isto é que tem sido um dia. Para além de estar de férias e me ter levantado escandalosamente tarde relativamente ao normal, ainda descobrimos que o h3 no 8ªAvenida afinal já abriu. Fomos lá dar um salto à “hora” de almoço [ok, pode ter sido sensivelmente mais tarde relativamente ao normal]. Para já correspondeu ao habitual, em simpatia e qualidade dos pratos, e foi agradável ver uma quantidade imensa de gente curiosa a perguntar como eram os pratos, como se pedia, enfim, o habitual nestas situações, e a ser educadamente satisfeita [*wink wink* à José Rodrigues dos Santos e tudo]. Pelo menos da nossa parte, este não vai à falência. E pela afluência, é caso para dizer: ufa… vamos ter h3 por muito tempo. Agora só falta um Dunkin Donuts para a minha felicidade [ok, a minha gula] se sentir totalmente satisfeita.

Entretanto, e cuidadas as plantas que comprámos esta semana para mimar a casinha – uma dracena de madagáscar, gerberas, e uma bonsai pistacia lentiscus [nickname: Pistachia] -, aproveitei a tarde livre para me entreter com uma coisa que andava a querer fazer há muito tempo mas que ia sempre adiando: semear uma hortinha de ervas aromáticas cá em casa. Primeira tentativa: salsa, oregãos, rúcula, alecrim e hortelã. Vamos lá a ver como isto sai.

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    O Contador Antropomórfico, Salvador Dalí (1936).

    As gavetas do inconsciente segundo as teorias de Freud. São "espécies de alegorias da psicanálise, que ilustram uma tendência para aspirarmos o odor narcísico de cada uma das nossas gavetas".

    ESTE é o meu Contador..

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    or want to believe,
    really I am nuts,
    otherwise I'll never be sane."


    - Allen Ginsberg


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