Sábado, Janeiro 31, 2004
Once logical, always logical... =P
Fui ver o site que este senhor indicou.. e deu.me isto.

If you gotta live, live with a smile! =P
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Sexta-feira, Janeiro 30, 2004
this makes me feel like home (ou É Tramado O Sotaque Que Ganhamos Cá No Norte)

Deitados no tapete da sala, com a cabeça no puff. Um a estudar (not me!!), a outra a descansar da semana em que exigiu estudo dos outros..
Pacotes de leite (de vaca para ele, de soja para mim), pratos de amendoim e pevides.
Arranjos eternamente adiados aos nossos mails. Intervalo para pôr a conversa em dia com a Cat e a Loira.
De volta ao transe.
Música.
Dois pés tocam.se.
Ele olha para ela. Diz: "I Lobe You" (assim mesmo, com "bê de baca")..
Eu sorrio e respondo: "Lobe You too. So much."
"There's no place like home."
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Novo Endereço de Mail e MSN Messenger.. Actualizem, por favor.
Sábado, Janeiro 24, 2004
Feeling Gypsy..

You come from far away
With pictures in your eyes
Of coffeeshops and morning streets
In the blue and silent sunrise
But night is the cathedral
Where we recognized the sign
We strangers know each other now
As part of the whole design
Oh, hold me like a baby
That will not fall asleep
Curl me up inside you
And let me hear you through the heat
You are the jester of this courtyard
With a smile like a girl's
Distracted by the women
With the dimples and the curls
By the pretty and the mischievous
By the timid and the blessed
By the blowing skirts of ladies
Who promise to gather you to their breast
Oh, hold me like a baby...
You have hands of raining water
And that earring in your ear
The wisdom on your face
Denies the number of your years
With the fingers of the potter
And the laughing tale of the fool
The arranger of disorder
With your strange and simple rules
Yes now I've met me another spinner
Of strange and gauzy threads
With a long and slender body
And a bump upon the head
Oh, hold me like a baby...
With a long and slender body
And the sweetest softest hands
And we'll blow away forever soon
And go on to different lands
And please do not ever look for me
But with me you will stay
And you will hear yourself in song
Blowing by one day
(Suzanne Vega, Gypsy)
Vale a pena seguir O Sonho! Toni Gaitlif, em Gadjo Dilo, é que sabe.
* ... e TU que A tens aí conTigo... =)) *
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Quinta-feira, Janeiro 22, 2004
Obrigado, Segurança Social!
Quarta-feira, Janeiro 21, 2004
"A minha alma é simples e não pensa. / O meu misticismo é não querer saber. / É viver e não pensar nisso." (Fernando Pessoa)

(R.L.Dietz)
"Aular" é uma experiência humildemente enriquecedora. Digo "aular", abrangendo aí o "dar" e o "receber". No fundo, a partilha de conhecimentos, a reflexão acerca do que já sabemos, as conclusões a que chegamos, as tiradas geniais que surgem do aparentemente nada que é tudo..
Mas isto já todos nós sabemos. Ou dizemos que sabemos. É como dizer que gelado quente não é bom, sem sequer o ter provado.
Este ano tenho um rico gelado em mãos. E não o digo em tom irónico. Raro é o dia que chego a casa sem nada para contar. Desde o pequeno Fábio do 7ºE que adora cantarolar músicas pimba nas aulas; aos colegas prestativos; passando pelo solitário Emanuel do 7ºB que me conta cada pormenor da sua vida escolar como se fosse a sua mãe (só tenho esse aluno nessa turma); pelas tiradas dos do 8ºA na aula de Formação Cívica, que cumpriram, na teoria e na prática, o mais recente objectivo - entender (e aplicar) termos como "cidadania", "direitos", "discriminação", "emancipação"; pelo 11º ano com duas turmas tão diferentes como O SOL E A LUA, e tão complementares...
Pequenas grandes conquistas com sabor a caramelo e chocolate. Diferentes no Ser. Iguais no trato. E ainda bem.
Ortega y Gasset, que vivia e pensava nisso, disse: "Eu sou eu e as minhas circunstâncias."
Lembrei.me hoje de Mia Couto. Que ainda vai mais longe nesta questão.
SER, PARECER
Entre o desejo de ser
e o receio de parecer
o tormento da hora cindida
Na desordem do sangue
a aventura de sermos nós
restitui-nos ao ser
que fazemos de conta que somos
...
Obrigado, Nuno! (k)
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E porque a vida também se faz de trivialidades... Qual?
Segunda-feira, Janeiro 19, 2004
Portugal, Hoje És Nevoeiro...
Vamos ter quotas para imigrantes.

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Sábado, Janeiro 17, 2004
ArDéRio

- Safari pela savana Invicta... NorteShopping e ArrabidaShopping Rulam!! %) Piano show live na loja da Sacoor animou as hostes (aka eu e Nuno). Comprinhas pela Bershka, Massimo Dutti, Cortefiel e Levi's fizeram.me babar a um ponto ridiculamente pecoliano..
- Jantar (Francesinha, pois claro) no Capa Negra II. O príncipe do gajo que estava à minha frente não bateu a minha coca.cola.. mas shiu. Ele estava cheio de inveja, que eu bem sei... =P
- Passeio pelo Cais de Gaia... Alguém diz por favor aos gajos do primeiro café/bar (ou seja lá o que for) para espaçar mais o seu nome...? Pelo menos impedia.me de fazer a linda figura de dizer que o Ardério (Ar de Rio) parecia cool... =PPP (xiu, no comments, please..)
- Nova Era Café (com um f ou dois.. o meu gajo não tem a certeza e a mim não me apetece ir procurar na enciclopédia que é ainda mais completa que a Britannica - ask Google - ... olarecas!): palavras para quê? Som definitivamente a bombar e aparentemente encontrei o penteado da minha vida. Arrisquei.me foi a levar com alguns comentários menos próprios, mas TINHA de olhar aquelas 465 (praíoumais) vezes para trás porque o meu namorado a descrever penteados é como eu a descrever carros.. Só pela cor. =P Need I say more?
- Entrada de Braga às 2:40. Fiz como manda a lei e reduzi a velocidade ao nível legal. Mas quem é que consegue andar a menos de 50 km/h naquela zona??!! Pelo menos a 52..
- Agora: ver uns filmes com Mon Autre.. E sendo monumentalmente gozada com a frase que mais ouvi hoje: "Posso chamar.te Ardério?" =PPPPPP
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Sexta-feira, Janeiro 16, 2004
Pec's Agenda
Isto de andar afastada das lides bloggeiras tem que se lhe diga.. Bom por um lado, porque é sinal que tenho estado em boa companhia. Mau por outro, porque aparentemente tenho uns vizinhos simpatiquíssimos que roubaram um "coiso" no hall da entrada que me fez ficae sem net durante dois dias. Mas adiante, Teresa, que isso não interessa nada. Prometo amanhã pôr a leitura em dia, e tal e tal e tal, mas agora tenho mesmo.. Não. QUERO mesmo despachar.me. Por isso,
If you gotta go to Porto and spend heaps of money in cute clothes and delicious Francesinhas and ******** (further destination encripted) ... Go with a smile! ;)
Buy the way, thanks for visiting. Oooops.. Modo Português +. Ok, obrigado por visitarem e... até breve.
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"I graduated in Western hypocrisy"
Sexta-feira, Janeiro 09, 2004
tRiViaL pOst
* O rebento de uma colega minha teve a amabilidade de querer vir conhecer o nosso mundo, pelo que me foram atribuídas mais horas semanais!! Por um lado, resta menos tempo para o namoro; por outro lado, entra mais dinheiro para mimar o namorado (e a mim própria, ora pois pois), ir de férias com o namorado, comer francesinha e gelado às paletes às escondidas do namorado... É caso para dizer: PECTÁSTICO!!=)

Nós passamos uma vida a formarmo.nos (académica, profissional, humanamente) para um dia podermos deixar a nossa marca no mundo através dum turbilhão de relações pessoais e profissionais que se entrecruzam. "Que bem formado é ele!", pensamos nós muitas vezes.. "Que fascinante, a importância que ele tem na nossa terra!".. Mas logo à partida a nossa influência sobre o que nos rodeia é atordoante. Como é que uma pequena vida pode influenciar tantas à sua volta, sem nunca se vir a aperceber? Se ele soubesse como mudou a minha.. Um dia, se o acaso o permitir, talvez chegue à sua beira e lhe agradeça. Eu cá gostava de saber todas as vidas que toquei.. como.. o que resultou daí.. Entender o milagre da vida, que revitaliza outras..

Maternidade, de Almada Negreiros
P.S. Eu, que ultimamente me vinha queixando de me sentir "engolida" pelo blog, submergi por completo nos afazeres da minha primeira semana de trabalho de 2004.
Cá para mim, sinal de que preciso de re.organizar a forma de gerir o meu tempo. Já diz o meu pai: "O que tem de ser tem muita força!". Mas sabe tão bem ficar na cama.... =)
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Sábado, Janeiro 03, 2004
Lawrence Ferlinghetti

The world is a beautiful place
to be born into
if you don't mind happiness
not always being
so very much fun
if you don't mind a touch of hell
now and then
just when everything is fine
because even in heaven
they don't sing
all the time
The world is a beautiful place
to be born into
if you don't mind some people dying
all the time
or maybe only starving
some of the time
which isn't half as bad
if it isn't you
Oh the world is a beautiful place
to be born into
if you don't much mind
a few dead minds
in the higher places
or a bomb or two
now and then
in your upturned faces
or such other improprieties
as our Name Brand society
is prey to
with its men of distinction
and its men of extinction
and its priests
and other patrolmen
and its various segregations
and congressional investigations
and other comstipations
that our fool flesh
is heir to
Yes the world is the best place of all
for a lot of such things as
making the fun scene
and making the love scene
and making the sad scene
and singing low songs and having inspirations
and walking around
looking at everything
and smelling flowers
and goosing statues
and even thinking
and kissing people and
making babies and wearing pants
and waving hats and
dancing
and going swimming in rivers
on picnics
in the middle of the summer
and just generally
'living it up'
Yes
but then right in the middle of it
comes the smiling
mortician
(um dos meus poemas de selecção)
(imagem: "Le Bonheur de Vivre" de Matisse)
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EDUARDO GUERRA CARNEIRO (1942-2003)

ALGUMAS PALAVRAS
Algumas palavras são mais que o som.
Soltam-se delas lâmpadas, por vezes gritos.
Palavras que demoram na boca
com o sabor da manhã de Outubro, o claro gosto
da terra húmida, castanha até doer.
E há noites em que se ouve, além das horas,
Um chamar por nós, um apelo
Comovido. Podemos afirmar: são irmãos,
São mães, são companheiras. Mas é outra a face
revelada. Todo um ruído quente
quase desanimado. Um ténue vento
queimando-se nos vidros. Posso dizer:
em noites assim alguns morrem, muito antes
de saberem o nome e a voz. De quem
esse clamor? Saber que na antiga casa
as portas se abriram, um ou outro quarto
vai iluminar-se e começa o dia!
Há palavras lança-chamas,
Conheço algumas que nos fazem viver,
por não serem simples som
mas estradas incendiadas por dentro,
duplos corações batendo com o calor
da certeza do dia que se segue.
Assim me apoio às palavras,
procuro a tudo dar um nome,
e em noites destas — salientes, defumadas,
com vozes que nos chamam — sou um corpo
novo. Quebrando o meu silêncio,
povoo alguns espaços de alegria.
Rasgo o papel. Irado, desejoso
de saber até onde, quando, como,
o corpo vai. Nas palavras me encontro.
Cansado, quase morto, à espera,
sempre à espera. Nas palavras vivo,
denuncio ou ataco.
Há um grande sol à nossa espera. Quantos somos?
(in Algumas palavras)

(in http://www.setubalnarede.pt/conectarte/poema/7/poema7.htm)
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Morreu o poeta e jornalista Eduardo Guerra Carneiro
Lusa
O jornalista e poeta Eduardo Guerra Carneiro faleceu hoje, com 61 anos, tendo o seu corpo sido encontrado sem vida junto à casa onde residia sozinho no Bairro Alto, em Lisboa, segundo fonte médica.
A mesma fonte adiantou que Eduardo Guerra Carneiro faleceu vítima de queda de altura elevada, do andar em que residia para o patamar do prédio.
A autópsia, a realizar na segunda-feira no Instituto de Medicina Legal, vai ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte de Eduardo Carneiro.
Eduardo Guerra Carneiro nasceu em Chaves em 1942 e exerceu a sua profissão nos jornais "República", "Primeiro de Janeiro", "O Século" e "Diário Popular" e na revista "TV Guia", tendo também publicado diversos livros de crónica e poesia.
O seu trajecto literário, inicialmente no surrealismo e mais tarde no lirismo amoroso e neo-romantismo, teve início com o lançamento do livro de poesia "O Perfil da Estátua" em 1961 e prosseguiu com "Corpo Terra", "Isto Anda Tudo Ligado", "Como Quem Não Quer a Coisa", " Assim que se Faz a História" ou "Contra a Corrente".
"Lixo", "Profissão de Fé", "Algumas Palavras", "Dama de Copas" e "A Noiva das Astúrias", editado em 2001, são outros dos títulos de poesia que publicou, e aos quais se juntam volumes de crónicas como "O Revólver do Repórter" e "Outras Fitas".
De acordo com o também jornalista e escritor Baptista-Bastos, "morreu um grande poeta e foi o país que o matou", pois em Portugal assiste-se "ao desprezo dos poetas, dos prosadores", existindo "vários jornalistas e escritores na faixa da miséria enquanto directores de jornais e editores continuam a enriquecer".
(in http://www.publico.pt)
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Sexta-feira, Janeiro 02, 2004
É a hora.
A Pecola a quem fui pedir emprestado o primeiro nome chama.se Pecola Breedlove. É uma menina negra, de 11 anos, que deambula numa América dos anos 40, marcadamente racista. É uma menina cujo maior sonho é um dia vir a ter olhos azuis, sinal de beleza admirado pela sociedade em que estava (???) integrada. A Pecola é a personagem principal do livro "The Bluest Eye", de Toni Morrison (que em 1993 ganhou o Prémio Nobel da Literatura). É a minha personagem preferida, do meu livro preferido, da minha autora preferida. Por entre a escrita ao mesmo tempo aguçada e poética de Morrison encontrei alguém com quem me identifiquei em muitos pontos, nomeadamente nos sonhos (que, mesmo conscientemente impossíveis, não são abandonados) e na percepção da influência que a máquina cultural tem nas nossas vidas.
Há dois excertos que não posso deixar de aqui transcrever, que são os que mais me marcaram na obra.
"It had occurred to Pecola some time ago that if her eyes, those eyes that held the pictures, and knew the sights - if those eyes of hers were different, that is to say, beautiful, she herself would be different. Her teeth were good, and at least her nose was not big and flat like some of those who were thought so cute. If she looked different, beautiful, maybe Cholly would be different, and Mrs. Breedlove too. Maybe they'd say, "Why, look at pretty.eyed Pecola. W mustn't do bad things in front of those pretty eyes."
Pretty eyes. Pretty blue eyes. Big pretty blue eyes. Run, Jip, run. Jip runs, Alice runs. Alice has blue eyes. Jerry has blue eyes. Jerry runs. Alice runs. They run with their blue eyes. Four blue eyes. Four pretty blue eyes. Blue-sky eyes. Blue-like Mrs. Forrest's blue blouse eyes. Morning-glory-blue-eyes. Alice-and-Jerry-blue-storybook-eyes.
Each night, without fail, she prayed for blue eyes. Fervently, for a year she had prayed. Although somewhat discouraged, she was not without hope. To have something as wonderful as that happen would take a long, long time.
Thrown, in this way, into the binding conviction that only a miracle could relieve her, she would never know her beauty. She would see only what there was to see: the eyes of other people."
(...)
"Beauty was not simply something to behold, it was something one could do. The Bluest Eye was my effort to say something about that; to say something about why she had not, or possibly never would have, the experience of what she possessed and also why she prayed for so radical an alteration. Implicit in her desire was racial self-loathing. And twenty-years later I was still wondering about how one learns that. Who told her? Who made her feel that it was better to be a freak that what she was? Who had looked at her and found her so wanting, so small a weight on the beauty scale? The novel pecks away at the gaze that condemned her."
Quanto a mim..
No primeiro dia que fui ao irc a escolha de nick afigurou.se.me como mais que óbvia. Assim, já há alguns anos que também eu respondo pelo mesmo nome. Os meus amigos tratam.me por Pecola, Pec, ou Pé. Dizem.me que sou distraída, sonhadora, teimosa, e que vagueio entre a racionalidade e o emotismo extremos. E mais... digam.me vocês. =P
Resta.me terminar este post, recomendando:
If You Gotta Live, Live With a Smile! =)
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Quinta-feira, Janeiro 01, 2004
QUEM ROUBOU O 2003???
E assim, qual Poirot, JoãOoO Vaitemborou assumiu o cargo de investigador, para desvendar o crime, que havia sido perpetrado por um dos presentes.
Para isso reuniu os 12 suspeitos: cÉLiah, SíLviUhziX, JorGiuh, BeRah, GoNÇahLuh, o próprio JoãOoO, XxPoZzAh, MikKaXx, tÓh, LoyRah, KaTRyN e PeCoLa. E com a sua ajuda reconstituiu aquela noite fatídica.
No início era o verbo.
Neste caso, o verbo esperar.. Pela cÉLiah, pelo SíLviUhziX, e pelo JorGiuh, o que levantou algumas dúvidas acerca do seu atraso.. Estariam eles ainda a esconder o 2003, amordaçado, dentro duma saca de semelhas trazidas pela Elma?; ou estariam eles perdidos pelos meandros do planeta Big Breda, esperando ordens da mefistofélica soberana tReZiNhah?; ou estariam à espera que o gelo modificado frigorificamente congelasse, para alterar o estado das nossas bebidas?
Certo, certo é que eventualmente acabaram por aparecer, não sem um olhar (e andar……) suspeito.
E onde estaria a PeCoLa..? À primeira vista poder.se.ia pensar que estaria a tirar retratos do crime mas o enquadramento adequado dos mesmos fez.nos logo colocar essa hipótese de lado.
Entretanto as tentativas de convencer o júri dos ídolos.. hmm.. perdão, o investigador deste crime hediondo.. É melhor voltar atrás senão ninguém percebe a frase. Ora bem, rezava assim: Entretanto as tentativas de convencer o INVESTIGADOR sucediam.se. KaTRyN, PeCoLa e tÓh mostravam o seu lado mais angelical; a LoyRah exibia os seus dotes de acompanhante de cantor pimba em fase descendente de carreira; MikKaXx escondia.se atrás de JoãOoO, metamorfoseado de agente canino; cÉLiah e SíLviUhziX afastaram.se, alegando cumprimento do dever; BeRah e JorGiuh debitavam as possibilidades e multiplicavam as dúvidas (para além de porem em dia a conversa da semana, nomeadamente porque é que a dona Não.Me.Lembro.O.Nome.Até.Podia.Inventar.Um.Que.Dava.Jeito.Mas.Paciência vai sempre às 7 da manhã para o centro e regressa 4 vezes a casa no mesmo dia).
Revirámos tudo à procura de pistas: bebidas, doces, bota da PeCoLa, mensagens de telemóvel, gotas de champanhe, fogos de artifício. Fizemos operações stop.. E até recorremos a danças de invocação às divindades investigatórias: uma vez, duas vezes.. Resultado: inconclusivo. E com os juízes que temos, ou é famoso e anda para a frente (e depois pára, mas isso agora não interessa nada), ou é anónimo e aí.. paga indemnização ao estado. Mesmo inocente, que os inocentes também têm direito a participar no crescimento da Nação (e certas contas bancárias).
Em volta da mesa a verdade revelava.se turva e difusa.. Ou seriam os efeitos do champanhe? De um lado, reviam.se as pistas. Do outro, fazia.se uma introspecção/extrospecção (direitos de autor: KaTRyN) dos acontecimentos.
A PeCoLa chegou mesmo a fazer uso dos seus contactos além.fronteiras e contactou a agente xXiBah.
O tempo passava e nada..
Mas subitamente tudo ficou claro. Ok, não foi de repente, foi quando o efeito da bebida passou.. Tinha.nos escapado um pormenor, numa das fotografias que tinha sido constituída como prova do crime (sem sabermos bem porquê, mas é a bem da conclusão com final feliz). Reunimo.nos todos na rua e alguém se lembrou (essa pessoa será mantida no anonimato para sua própria segurança e encontra.se neste momento ao abrigo da protecção de testemunhas).
Ora reparem. Notam algo? Aí vai a KaTRyN, com a sua garrafita. Mas por que quereria ela uma garrafa de champanhe só para ela? Pois é, pois é.. (não usado como desbloqueador de conversa mas como desBLOGueador de mistério) Logo no início ela tinha alertado os restantes suspeitos que aquela seria sua, toda sua até ao fim. Tinha lá guardado o 2003 e, quando se abriu o champanhe, soltou.o! Justificou.se, dizendo que tinha preparado este acto como um rito de passagem, um virar de página, para o futuro que a (nos) espera. Um futuro contruído de forma sólida, segura, e feliz. Bonito!!.. =)
O SINDICATO (Sede Inata Naturalmente Dedicada e Inteligentemente Capaz de Absolver Tentativas de Omissão – vulgo cuscas) reuniu.se e, após reunião à porta.fechada e black.out respectivo (“não ouvimos, não cheiramos e não falamos”), pronunciou.se:
FELIZ 2004!!!!! E para este próximo ano, um aviso...

Big PeC iS wAtchiNg YoU! =)
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2004

ou
?












